segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Eu nunca tinha escrito poesia.

Eu tinha uma vida que parecia eterna
Eu tinha uma vida que era um presente
Era um presente em forma de felicidade
Um presente dado por Deus.

Eu tinha uma vida que era cheia de ternura e amor
Eu tinha um amor que era uma vida
E um dia a vida se foi
E o amor ficou
Como se Deus tivesse me abandonado
A luz se apagado
E a flor deixado de sorrir.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A minha estranha tristeza...





Todo mundo tem suas estranhezas, esquisitisses, bizarrices. A minha maior estranheza... ou um traço forte da minha personalidade é a minha distração. Eu sou uma completa cabeça de vento... totalmente avoada, vivo no mundo da lua.
E hoje eu percebi isso bem forte numa atitude minha.
Pra isso ter um contexto... eu acabei de sair de um relacionamento, de 3 anos e meio, onde eu me senti muito amada e muito feliz esse tempo todo, mas acabou, por motivos absurdos e tristes, que eu ainda estou tentando entender, mas acabou e obviamente eu passo por dias bons e dias ruins. Hoje especialmente tem sido um dia ruim. Já chorei trancada no meu quarto, fiquei com a cara toda vermelha, deitei e fiquei com aquela cara melancolica de perdida e desolada, não estava conseguindo me concentrar muito bem nas coisas que estava fazendo, enfim, tudo dentro do que é normal, 15 dias depois de um "fim". 
Mas... dai, eu me distraí... como sempre... e começou a tocar uma musica que eu gosto muito e me deu vontade de dançar. E claro, minha tristeza não é empecilho pra isso... de jeito nenhum!!!!
Comecei a sapatear e fazer coreografias bobas pelo meio da casa... como se eu nunca estivesse ficado triste em toda a minha vida. Como se eu estivesse na maior das alegrias, comemorando alguma coisa. Tudo porque... eu sou distraida. Nem a minha maior tristeza me prende, eu não consigo prestar atenção na minha própria dor.
E sinceramente, por um lado, isso é ótimo, por outro, pode ser que eu perca um pouco do que eu deveriar passar. A dor é parte importante desse rompimento, eu precisava passar por ela em sua integridade, pra que isso seja vivido e digerido como tem que ser e esse ponto ser concluído e eliminado.
Enfim, não posso mudar isso, e nem sei se eu quero mudar. Enquanto isso, minha dor fica picada, minha tristeza estranha prevalece e eu continuo tentando ser feliz... nem que seja enquanto durar uma musica.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

As minhas invenções favoritas

Eu acredito que Deus, em sua infinita bondade e generosidade que deu ao ser humano o dom da inteligencia e o ser humano tem usado isso pro bem e pro mal, sempre, dai está a outra coisa que Deus deu pra gente que eu não vou entrar em detalhes que é o livre arbítrio pra escolher entre o bem e o mal. Eu vou usar meu livre arbítrio e escolher as coisas do bem e falar sobre as invenções que me fazem bem.
A invenção mais legal de todos os tempos, no momento pra mim, é qualquer remédio. 

Sim.. REMÉDIO! Fármacos fantásticos que nos proporcionam momentos de conforto e alegria depois de um dia cansativo, de um resfriado enjoado, cólicas variadas... essas coisas. Dor ou qualquer desconforto físico é ruim de mais, me deixa num humor do cão, e eu adoro um remedinho do mais simples ao mais cabuloso. Remédios... em capsulas... gotinhas... ampolas pra injetar... tudo isso dá uma ajuda divina e alivia todo e qualquer mau humor vindo da minha pessoa. Claro que eu não sou uma hipocondríaca maluca, tomo qualquer coisa com precaução, tenho poucas, mas boas capsulas pra dor de cabeça, desconforto estomacal, cólicas menstruais, descongestionantes nasais e sempre uso tudo com muito cuidado.
Um outro eleito é o ar condicionado.
Ahhh o verão, toda essa gente despida, bronzeada. NÃO!!!! Eu odeio verão, odeio o jeito como as pessoas se comportam, odeio ter que andar despida, e odeio ser obrigada a ver as pessoas despidas pelo meio da rua. Me incomoda profundamente. Por isso o ar condicionado me agrada tanto. Me visto e vou pro fesquinho do ar geladinho, uma delicia... confortável, agradável... tudo de melhor nesse mundo. 
Adorava meus tempos morando em cidades geladas nas montanhas do Colorado. Frio o tempo todo, a paisagem lindissima, todo mundo vestido coberto, ninguém de chinelo pela rua, shortinho, decotão, barriguinha de fora, tudo muito comportado, do jeito que eu gosto.
O iphone.

Um dia, vendo um documentário sobre o Steve Jobs um entrevistado disse que o iPhone fez as pessoas amarem o celular. De fato, é isso mesmo. 
Antes de ter um iPhone eu simplesmente esquecia do celular, as vezes eu passava dias sem nem saber onde ele estava, não escutava tocar, a bateria acabava, ele era completamente ignorado a maior parte do tempo. Depois de comprar o iPhone, eu percebi que aquele aparelhinho é indispensável nos meus momentos de solidão, que sempre são tão necessários na vida da gente. Eu posso ler um livro no escuro, posso ver meu seriado favorito enquanto estou indo pro trabalho, posso ouvir música, posso ler um email rapidinho, posso ver como anda a conta no banco ou a fatura do cartão de crédito, ele me ajuda a não ser enganada por taxistas em São Paulo, tenho a disposição aplicativos fantásticos que fazem barulhinho pra dormir, organizam minhas horas extras no trabalho e minhas despesas... aaah e claro, de repente eu recebo uma ligação, ou um sms... e assim o celular passa a ser útil, não um trambolho que serve pra falar com alguém sabe se la onde e eu o amo por causa disso.

E agradeço a Deus por viver num mundo onde eu posso contar com remédios, ar condicionado e iPhone, que, a gente, como simples humanos, possamos contar com esses recursos pro nosso dia a dia ser sempre melhor, mais pratico e mais confortável. Amém!